AGENDA – Bailinhos de carnaval para crianças
Aproveite a programação de carnaval que Brasília oferece para as crianças.
SAMBABY
Local: Parrilla Madrid, 408 Sul (ao lado da Pizzaria Baco)
Data: Sábado e domingo, dias 18 e 19/02Horário: das 12h às 17h (show a partir das 14h30)
Preço: R$40 (adultos) e R$20 (2 a 14 anos). Crianças até 2 anos não pagam.
Ingressos antecipados: Kids Club (QI-13, Bloco E, Lago Sul)Classificação: livreInformações: (61) 3364-4386 O Bailinho de Carnaval SamBaby, promete ser totalmente diferente do convencional. A festa, que ocorre mensalmente desde agosto de 2011, será animada pela banda Ácaros e Espirros, com um repertório selecionado para contemplar todos os gostos musicais. A Academia Unique e a FasTracKids desenvolveram atividades recreativas para o evento. Os brindes serão oferecidos pelo salão infantil Happy Hair e a loja Bebê Básico, do Gilberto Salomão. A Lollipaper dará os kits folia e a Paper Cards fará a decoração. Haverá teachers da franquia de inglês infantil Learning Fun convidando as crianças a dançarem e uma oficina de customização de tiaras de princesa e máscaras de carnaval montada pela loja Kids Club. A mesa de guloseimas será montada pela Festa Provençal e Andrea Zakarewicz. A locadora de brinquedos Rafa Toy vai preparar uma brinquedoteca sem monitores, já que a filosofia do evento é o lazer em família. Uma mesa com frutas e sucos naturais, oferecida pela Quitanda Fácil, ficará o tempo todo à disposição das crianças. No almoço, todas as crianças vão receber uma papinha orgânica da empresa Jasmine.
OFICINA DE CRIATIVIDADE: MÁSCARA DE CARNAVAL – LIVRARIA CULTURA
Local: Livraria Cultura Shopping Center Iguatemi Brasília Endereço: SHIN CA 4, Lote A | Lago NorteData: Sábado, dia 18/02
Horário: a partir das 18hEntrada: franca Classificação indicativa: a partir de 4 anos.
Informações: (61) 2109-2700
BAILINHO DE CARNAVAL DO PÁTIO BRASIL
Local: Pátio Brasil Shopping – Praça Central
Data: Sexta e sábado, dias 17 e 18/02 Horário: das 14h às 18h
Entrada: franca
Classificação indicativa livre
Informações: (61) 4003 7780
15º CARNAPATI
Local: Espaço Cultural Mapati – SHCGN 707, Bloco “K”, Nº 05 – Asa Norte (2ª rua a direita do UniCeub)Data: Sábado a terça-feira, de 18 a 21/02
Horário: das 16h às 20h
Ingresso: R$ 80,00 (preço único)
Informações: (61) 3347 3920 / 7813 4899 – ID NEXTEL 55*121*858
Classificação indicativa: livre
BAILINHO DE CARNAVAL DO BOULEVARD
Local: Boulevard Shopping – Asa NorteData: Sábado, dia 18/02Horário: 14h às 18hClassificação: livreEntrada: francaA trupe da Caixa Cênica trará personagens típicos da época – Pierrô, Colombina e Rei Momo e Bobo da Corte – e dará início a folia com um “arrastão” pelo mall, convidando o público para o evento. Entre as atividades previstas estão pinturinha de rosto, balão mania, distribuição de algodão doce e muitas brincadeiras. Haverá também sorteios e concurso de fantasias com premiação.
BLOCO INCLUSIVO: DEFICIENTE É A MÃE
Data: 15/02: encontro cultural de pessoas com deficiência
Local: Estação do Metrô da 114 Sul
Horário: 09h às 16h
Data: 19/02: lançamento do Bloco “Deficiente É a Mãe”
Local: 202 Norte
Horário: a partir das 14h, no bloco Pacotão
CARNAVALZINHO DE RUA – CARNABAGAGEM
Local: Espaço Cultural Bagagem
Data: 19/02
Horário: a partir das 17h
Local: na praça da quadra 40 do Setor Central do Gama
Programação: a melhor fantasia ganhará um prêmio e haverá muita diversão com a banda “Tumba La Ca Tumba”
Entrada FrancaInformações: 3556-6606
MATINÊ DA ALEGRIA NO IATE CLUBE
Local: Iate Clube de Brasília
Data: Domingo, dia 19/02
Horário: das 15h às 19h
Classificação: livreEntrada: sócio entrada franca, criança até 4 anos não paga, de 5 a 8 anos R$ 20 e acima de 9 anos e adultos R$ 30.Haverá grupo de animação, pintura de rosto, e personagens infantis com o Grupo Ciranda.
MATINÊ NA AABB
Local: AABB salão socialData: Domingo e terça-feira, dias 19 e 21/02Horário: das 15h às 18hClassificação: livreEntrada: sócio livre e acima de 7 anos: R$ 15Animação com luz do samba e Washington Aguiar ( forró)
MINICARETA ASBAC
Local: salão das piscinasData: Domingo e terça-feira, dias 19 e 21/02Horário: das 11h às 15hClassificação: livreEntrada: convidados (com convites)Concurso de melhor fantasia, carrocinha de pipoca e algodão doce, DJ- musicas infantis.
BARATINHA
Local: Parque da Cidade – estacionamento Ana Lídia Data: 19 e 21/02
Horário: das 15h às 22h
Classificação indicativa: livre
Entrada: franca
Informações: 8553-1766
BLOCO TESOURINHA
Local: concentração na 410 Norte
Data: 19 e 21/02
Horário: a partir das 16h
Classificação indicativa: livre
Entrada: franca
Passeio de ida e volta até a tesourinha da 210/209 norte, ao som de marchinhas consagradas e ao ritmo do frevo. Carnaval familiar e já consagrado como um dos melhores “bailinhos de rua” infantis de Brasília.
FREVO FOLIA DO TAGUATINGA SHOPPING
Local: 3º Piso – Praça de Vidro Data: Segunda-feira, dia 20/02
Horário: das16h às 20h
Classificação indicativa: livre
Entrada: franca
MATINÊ DE CARNAVAL DO CLUBE NAVAL
Local: Clube Naval – Salão Social
Data: Segunda-feira, dia 20/02
Horário: a partir das 16h
Classificação: livre
Entrada: criança de 10 a 14 anos R$ 10,00; sócio: R$ 15,00; convidado: R$ 30
Animação bateria mirim nota show e DJ.
BAILINHO DE CARNAVAL DO TERRAÇO
Local: Praça das Palmeiras (área externa)
Data: 21/02 Horário: a partir das 14h
Entrada: franca
Classificação: livre
Como já é tradição, haverá Desfile de Fantasias, brincadeiras, sorteio de brindes, oficinas (pintura no rosto, máscaras carnavalescas, colares e pulseiras havaianos), brinquedos, muito confete e serpentina! Os shows ficarão por parte da Galinha Pintadinha II Cover e uma atração surpresa que vai fazer a garotada requebrar ao som de músicas infantis e das famosas marchinhas de Carnaval.
BRINQUEDOTECA DE CARNAVAL – TAGUATINGA SHOPPING
Local: 3º Piso – Praça de Vidro
Data: de 13 a 26/02
Horário: de segunda a sábado das 10h às 22h e nos domingos, das 12h às 22h.
Entrada: Ingressos a R$ 10 = 30 minutos (venda no local do evento)
Classificação indicativa: 2 a 12 anos
Dicas de Segurança para o Carnaval com as Crianças
As dicas de segurança que daremos hoje aqui no Criancasponto.com já são bem conhecidas pelos papais e mamães, porém achamos que nunca é demais alertar e garantir a segurança dos pequeninos e de toda a família
Vejamos abaixo algumas dicas de segurança para o carnaval das crianças:
1- Toda mamãe sabe que para viajar com o seu pequeno é preciso se preparar antecipadamente, por isso elaborar uma listinha com alguns dias de antecedência ajuda a não esquecer itens essenciais.
2- Na malinha de viagem do seu filho leve roupas leves para o verão, mas não se esqueça de levar uma roupinha mais fechadinha para protege-lo caso a temperatura caia inesperadamente.
3- Calcule os dias que ficará fora e leve fraldas suficientes para todos os dias, para prevenir leve um pacote a mais.
4- Separe e embale cuidadosamente os remédios que habitualmente seu filho utiliza, anti-térmico, xaropes, gotinhas, etc. Hoje em dia existem embalagens de isopor que podem ser compradas em drograrias que mantém os remédios acondicionados com segurança fora do contacto com o calor e o sol.
5- Se for viajar de carro, opte por viajar em horários onde o sol é mais fraco, o ideal é logo pela manhã quando a temperatura ainda é amena.
6- Se seu filho for ainda pequenino compre berços desmontáveis, específicos para viagem, isso facilita muito para criança se sentir confortável.
7- Não se esqueça de comprar repelente contra insetos, atualmente é possível encontrar repelentes apropriados para crianças que contém menor teor de fragrância e menor teor químicos.
8- Na praia o horário para crianças é até as 10h00 ou após as 16h00, período do dia em que o sol não é tão intenso.
9- Utilize sempre protetor solar, mesmo que o dia esteja nublado.
10- Nas crianças maiores, coloque uma pulseira com a identificação da mesma, e os dados pessoais dos pais.
11- Não deixe que as crianças fiquem sozinhas dentro d’água mesmo que acompanhadas de crianças maiores. Os pais devem estar sempre perto dos filhos para evitar afogamentos.
12- Na praia leve a sua lixeirinha (saco plástico), não espalhe lixo, papéis, latinhas de refrigerantes, nem embalagens vazias nas areias, cuide do que é de todos e ensine o seu filho a respeitar um espaço que é desfrutado por muitas pessoas.
13- Vista sempre na criança um colete de segurança aprovado pela normas regulamentadas de segurança, quando ela estiver participando de esportes aquáticos ou a brincar na praia, ou piscinas.
14- Nunca deixe sua criança sozinha com estranhos, nunca!!!
15- Esteja atenta a sintomas como vômitos, diarréia, fraqueza, e indisposição geral. Procure um médico.
16- Escolha uma fantasia leve e preferencialmente em tecidos 100% algodão, se a criança tiver menos de 4 anos opte por fantasias sem acessórios e sem peças soltas.
17- Leve consigo uma maleta térmica contendo água mineral, sucos de frutas, frutas, iogurtes; a viagem pode demorar mais do que o previsto por isso esteja preparada.
18- Mamadeiras, leite em pó e garrafas de água mineral devem ser levadas de casa, pode ser que você não os encontre para comprar no seu destino turístico.
19- Opte por sandálias e chinelinhos confortáveis e seguros, para evitar a formação de bolhas ou ferimentos nos pézinhos das crianças.
20- Esteja atenta a pintura de rosto infantil, não compre marcas desconhecidas e não as utilize próximo aos olhos para evitar irritações. Certifique-se de que os produtos são atóxicos.
21- Confetes e serpentinas podem ser divertidos, mas seu filho pode engasgar com algum pedacinho de papel, esteja atenta.
22- Fantasias que contenham purpurinas, lantejoulas e paetês podem se desprender da roupa e seu filho ou filha podem leva-las à boca o que poderá ocasionar um engasgo ou sufocamento.
23- Balões e bexigas depois de estourados podem oferecer riscos às crianças. Os pedacinhos de borracha podem ser levados a boca e ocasionar sufocamento.
24- No verão troque a fralda com maior frequência para evitar assaduras, um bom banho morno com um pouco de aveia na água ajuda a refrescar a pele do bebê.
25- Cuidado com as máscaras de carnaval, dependendo do tamanho da criança as máscaras não se encaixam direito no rostinho e podem dificultar a respiração.
26- Esteja atenta as normas de regulamentação de trânsito para a cadeirinha de transporte do seu bebê, escolha-a de acordo com as específicações técnicas corretas.
27- Com as festas e desfiles de carnaval no meio da rua é muito comum os atropelamentos, por isso não deixe seu filho menor de 14 anos desprevenido, oriente-o sobre os cuidados que se deve ter.
28- Não permita que seu filho adolescente se afaste com amigos seja para um passeio de bicicleta, ou para nadar um pouco mais longe de onde você estiver, é melhor prevenir do que remediar.
29- Oriente seus filhos para não conversarem com estranhos e nem aceitarem balas ou guloseimas de desconhecidos, em caso de emergência oriente para que ele procure sempre um policial.
30- Crianças pequenas não devem estar na mesma festa de carnaval de pré-adolescentes ou adolescentes, esteja atenta a faixa etária liberada para a festinha de carnaval quer seja no clube, ou na festinha do prédio onde vocês moram.
31- Não deixe seus filhos expostos por muito tempo ao barulho excessivo, a exposição excessiva pode levar a zumbidos momentâneos ou irreversíveis e/ou perda auditiva.
32- Esqueça acessórios como espadas, armas de brinquedos, varinhas mágicas, e chapéus pontiagudos; todos eles podem causar lesões graves nos olhos e em outras partes do corpo das crianças.
Fonte: Portalis
Carona Premiada – Mês de Janeiro
No dia 07 de fevereiro, realizamos o primeiro sorteio da promoção carona premiada 2012. Cíntia P. Lima Luna, mãe dos alunos Eduardo e Lara, ganhou isenção no pagamento da mensalidade do mês de fevereiro.
Participe! O próximo sorteio será no dia 05 demarço.
Se você ainda não está participando, clique aqui e faça o seu cadastro, é rapidinho. Depois retire o seu adesivo na secretaria da escola.
ATENÇÃO: Todos as placas cadastradas durante o ano de 2011 continuam concorrendo. Não é necessário se cadastrar novamente. Será disponibilizada na secretaria da escola uma lista com todas as placas participantes do próximo sorteio. Todos devem ficar atentos e conferir se as placas cadastradas estão na lista.
Biblioteca Nacional de Brasília
Espaço Infantil – BNB
Você conhece o espaço infantil da Biblioteca Nacional de Brasília? Vale a pena conhecer. Leve seu filho para fazer uma viagem incrível. A sala é equipada com computadores ligados a internet, acervo físico (livros), mobiliário e instalações interativas próprios para jogos e atividades lúdicas e de leitura relacionadas à “Alfabetização em Informação”.
Destinado ao atendimento de crianças de 4 a 10 anos, está aberta todos os dias, exceto feriados.
Setor Cultural Sul, lote 2, Edifício da Biblioteca Nacional
(61) 3325-6257
Parque Temático do Bob Esponja
Programação Especial no Terraço Shopping
Encontro de Corais Natalinos do Sesc
Classificação etária: livre
Informações: 4003-7780
Primeira sorteada da Promoção Carona Premiada.
No dia 07 de novembro, realizamos o primeiro sorteio da promoção carona premiada. A sorteada foi Symone Bonono Vidal, mãe do aluno Júlio cesar do Jardim II. Ela ganhou isenção no pagamento da mensalidade do mês de novembro.
Veja como é fácil participar. É só fazer o seu cadastro e depois retirar o seu adesivo na secretaria da escola. Muito fácil, né? Então, se você ainda não está participando clique aqui e faça o seu cadastro.
Participe, a promoção continua. No próximo dia 05 teremos mais um sorteio.
Teatro – A Bela e a Fera e Sítio do Pica-Pau Amarelo
A turminha já pode colocar na agenda dois grandes espetáculos para os fins de semana de novembro, a fábula A Bela e a Fera e uma adaptação com os personagens do Monteiro Lobato, O Natal no Sítio do Pica-Pau Amarelo.
A Bela e a Fera continua sendo uma das histórias românticas mais populares que o mundo já conheceu e serviu de inspiração para o 30º longa-metragem de animação dos estúdios de Walt Disney, em 1991. Essa fábula clássica fala sobre uma bela jovem e seu encontro com uma fera encantada sempre fascinou e intrigou os autores, os cineastas e as platéias. Por isso, a Cia Néia e Nando adaptou o romântico musical para uma superprodução teatral, com elenco numeroso e evidente glamour em todos os elementos cênicos. São oito cenários que retratam a aldeia francesa do século XVIII e os salões do castelo da fera. “ A Bela e a Fera é a produção da Cia com o maior número de cenários, que transportam a platéia ao velho mundo e séculos atrás”, revela Nando Villardo,
diretor da Cia.
A trilha sonora, que ganhou o Oscar, será mixada durante o musical com coreografias de Patrícia Lamana. Entre as diversas performances, uma bela cena de sapateado mostra a angústia dos empregados encantados do castelo, o bule de chá, o candelabro
A Bela e a Fera será apresentada na Escola Parque da 307 sul, sempre aos sábados e domingos,
às 17 horas.
Outra grande produção da Cia brasiliense é o Natal no Sítio do Pica-Pau Amarelo com os personagens criados por Monteiro Lobato, na década de 30, no Brasília Shopping.
Sempre aos sábados e domingos de novembro, em duas sessões, às 15 e às 17 horas.
A trama fala sobre as férias de final de ano de Pedrinho e Narizinho, na casa da vovó Benta, aonde encontram Visconde, Emília e toda a turma. Por ser dezembro, o menino questiona a existência do bom velhinho, contra a opinião da sua prima. Para acabar com o dilema, Dona Benta sugere aos netos e à boneca de pano Emília, que escrevam uma carta para o Papai Noel, solicitando uma visita ao sítio. A notícia se espalha pelo arraial e o Saci, a sereia Iara e a própria Cuca também planejam receber Noel. Claro que cada qual um ao seu modo.
Serviço
A Bela e a Fera – Cia Teatral Néia e Nando – Sábados e domingos de novembro (Exceto dia 06 de novembro) Sempre às 17 horas Escola Parque 307/507 sul R$ 30 (inteira) R$ 15 (meia) Ingressos à venda na bilheteria do teatro, meia hora antes da sessão Livre para todos os públicos Duração: 50 minutos Informações: 8199-2120
Serviço
O Natal do Sítio do Pica Pau Amarelo – Cia Teatral Néia e Nando – Sábados e domingos de novembro Duas sessões, uma às 15 horas e outra às 17 horas No Teatro do Brasília Shopping R$ 30 (inteira)
R$ 15 (meia) Ingressos à venda na bilheteria do teatro, meia hora antes de cada sessão Livre para todos os públicos Duração: 50 minutos Informações: 8199-2120
Atração gratuita para a criançada no Taguatinga Shopping
Oficinas misturam gastronomia, literatura e teatro em um ambiente lúdico.
19 de novembro a 11 de dezembro de 2011
As oficinas gastronômicas, literárias e teatrais da Cia Néia & Nando são um evento a parte no grande Natal do Taguatinga Shopping. O projeto “Bureau Delícias de Natal” acontece nos meses de novembro e dezembro, é gratuito e oferece aos pequenos oficinas de confeitos e embalagens natalinas. Dentre as receitas, estão docinhos de leite ninho, palha italiana, mini panetones e milk-shakes. As crianças também poderão vivenciar momentos mágicos ao lado de personagens gourmets da literatura brasileira, como Tia Anastácia, Dona Benta e a prendada Mamãe Noel. Renomados chefs de cozinha também participam das oficinas, a exemplo do restaurateur David Lechtig, proprietário da casa pioneira em gastronomia mexicana – El Paso Texas.
A ação inédita no centro de compras é motivo de expectativa para a superintendente do Shopping, Elisa Ferreira. “As oficinas certamente vão surpreender pais e filhos, que vão aprender dicas preciosas de gastronomia, combinadas com elementos do teatro e da literatura, de forma divertida e leve”. Para garantir a segurança dos pequenos, serão realizadas receitas simples que não utilizam fogo nem objetos cortantes. No início de cada aula, as crianças receberão noções básicas sobre cuidados na cozinha e em seguida uma breve história sobre a receitinha do dia. Para participar, basta realizar inscrição prévia no balcão de informações do shopping e retirar a senha. Os eventos acontecem na Praça de Vidro localizada no piso 3. Cada oficina comporta 30 crianças.
Serviço:
Bureau Delícias de Natal
Praça de Vidro – Taguatinga Shopping
Horários: 15h e 17h
Datas:
19 de novembro – Confeitando Cupcakes, com visita da chef e boleira famosa, Maria Amélia, que revelará a arte de confeitar, com dicas preciosas para pais e filhos
20 de novembro – Palha italiana, com visita da Vovó da Chapeuzinho Vermelho
26 de novembro – Suspiros com Frutinhas, com visita da nutricionista da rede Marietta, Roseli Bottura, que abordará a importância das frutas na alimentação das crianças
27 de novembro – Mini panetone recheado com sorvete, com visita da Fada do Açúcar
3 de dezembro – Milkshakes, com visita do chef David Lechtig, com dicas sobre bebidas apreciadas por crianças do México, Guatemala e Peru
4 de dezembro – Embalagens para Pirulitos, com visita da Fada do Açúcar
10 de dezembro – Confeitando Biscoitinhos de Natal, com visita da Mamãe Noel
11 de dezembro – Como fazer um livrinho de Receitas Scrapbook, com visitas da Néinha e do Nandinho
Fonte: Roberta Mattoso (Assessoria de Imprensa Olá Comunicação)
Lei da Palmada
Enquanto a Lei da Palmada não entra em vigor, veja aqui por que bater na criança ainda é uma alternativa tão aceita pela sociedade – e como, apesar de muitos ainda acharem o contrário, ela NÃO funciona.
Mais de um ano após o projeto de lei contra maus-tratos ter causado um alvoroço de discussões no Brasil, nesta terça (22) o assunto voltou a ser discutido em audiência pública promovida pela Comissão Especial da Educação Sem Uso de Castigos Corporais, que analisa o Projeto de Lei 7672/10. Tudo indica que a Lei da Palmada deve ser votada em comissão especial criada para estudar a proposta no dia 6 de dezembro. Se for aprovada, segue para o Senado e, então, poderá alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente. Tudo para garantir que as crianças sejam educadas pelos adultos com carinho – da forma que merecem.
Theo tem ainda poucos meses de vida, mas o sofrimento com as cólicas parece de gente grande. Um dia, depois de um longo choro, ele finalmente dormiu. Mas naquele momento sua prima, Isabela, 2 anos, entrou no quarto do bebê tagarelando. A mãe pediu à filha que falasse baixinho para não acordar o primo. Isabela, no seu íntimo, ouviu uma ordem completamente inversa e começou a falar cada vez mais alto. A mãe insistiu, ainda com muito jeito, e a menina continuou gritando. Até que a mãe soltou a frase ilustre: “Quer apanhar?”. E a menina, surpreendentemente disse: “Queeerooo!”, como se fosse ganhar um brinquedo novo.
De um lado há Isabela, que, como toda criança da sua faixa etária, entende e pronuncia várias palavras, mas não sabe exatamente o que elas significam. De outro, a publicitária Tatiane Costa, 30, assume que já esteve várias vezes por um triz de dar uma palmada na filha, principalmente quando se sente desafiada por ela, e que até já chegou a ameaçá-la, como no dia descrito acima. Mas Tatiane resiste. “Quero que ela me respeite e me obedeça entendendo que eu a amo e quero o melhor para ela, e não por medo da ameaça de dor física.”
Não há pai ou mãe que não tenha vivido essa dúvida em algum momento. Estamos em uma sociedade à beira de um ataque de nervos e a violência parece uma alternativa. “A palmada nos filhos é uma estratégia bastante utilizada, como uma medida de emergência ou quando julgam ter esgotado todos os recursos”, observa Luciana Caetano, autora de É Possível Educar Sem Palmadas? (Ed. Paulinas). “Só que os pais confundem palmada com impor limites.” E não notam, então, que ela não funciona de fato. Mais que isso: tem efeitos colaterais bem sérios. “A surra alivia a culpa. A criança que leva uma palmada se sente livre para fazer a coisa errada novamente, pois ‘já pagou’ pelo erro anterior. Por outro lado, pode gerar na criança o sentimento de que é muito má e desobediente e, por isso, merece esse tipo de tratamento.”
O medo de falhar na educação dos filhos nos atormenta. E hoje parece estar tudo ainda mais complexo do que na época de nossos pais e avós. Sentimos uma pressão geral para não cometermos deslizes na criação dos filhos, que também não podem errar.
Resultado? Um grande conflito sobre como impor limites, ensiná-los a lidar com frustrações e, principalmente, fazê-los aceitar regras sem, para isso, temer as hierarquias e, sim, respeitá-las. Em meio a tanta correria, lutamos para ganhar tempo. E o tempo da educação é outro.
Não é à toa que a chamada Lei da Palmada – projeto apresentado em maio de 2010 pela ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, ainda em tramitação – gerou tanto debate entre especialistas e desaprovação de boa parte da população. A lei que veta castigos físicos a crianças foi reprovada por 54% dos 10.905 entrevistados pelo Instituto Datafolha em julho do ano passado, e 36% revelaram ser favoráveis. A mesma pesquisa identificou que 72% dos que já eram pais haviam sofrido algum tipo de castigo físico, sendo que 16% disseram que apanhavam sempre quando crianças.
Segundo os especialistas, há uma tendência de repetição de comportamento de quem apanhou dos pais, como o caso da assistente administrativo Thaís Sadério, 31 anos, mãe de duas meninas, com 6 e 8. “Acho que as palmadas educam. Levei as minhas quando criança e não sou traumatizada ou revoltada. Funcionou comigo e com meus irmãos. Com as minhas filhas, eu chamo atenção até duas vezes, alertando para não fazer e por que não fazer. Se repetirem, entro com as palmadas. É o meu jeito de impor limites agora para formar um adulto melhor”, diz.
A discussão sobre a lei trouxe muitas opiniões diversas, inclusive a favor do direito dos pais de bater “de vez em quando” e contrárias à interferência do Estado sobre a educação dos filhos de cada família. Durante uma audiência pública no dia 30 de agosto, em Brasília, alguns equívocos criados em torno da lei foram esclarecidos: a lei não propõe prender ninguém. A principal causa do projeto é provocar a reflexão nas famílias brasileiras sobre práticas automáticas e sem sentido, indicando que não podem ser utilizados castigos corporais e tratamento cruel e degradante. “Queremos uma lei que apoie as famílias. Jamais uma intervenção do Estado na vida das pessoas”, declarou a ministra Maria do Rosário, em evento sobre o assunto em junho deste ano.
A terapeuta infantil Denise Dias, autora do recém-lançado Tapa na Bunda – Como Impor Limites e Estabelecer um Relacionamento Sadio com Crianças em Tempos Politicamente Corretos (Ed. Matrix), acha que foram atribuídos significados inadequados a palavras como autoridade e castigo, e isso contribuiria para que os “pais de hoje sofram por não ter a certeza de como agir como pais e pequem na permissividade”. Ela defende a palmada e castigos desde que aplicados com critérios conforme o nível de infração cometida pela criança. “Se o seu filho joga no chão o brinquedo do irmãozinho e você já lasca um tapa na poupança dele, o que vai fazer quando ele gritar ou xingar você?”, alerta Denise no livro.
Ângela Maria Gonçalves, 43 anos, mãe de um menino com 4, já passou por isso. Bateu no filho porque ele a xingou, algo que ela não admite. “Foi uma situação limite. Eu costumo ser bastante carinhosa e conversar muito com ele. Educar dá trabalho e requer habilidade e esforço”, diz.
Educar realmente dá trabalho. Talvez por isso cada vez mais se empurre essa responsabilidade para a escola. Mas, no Reino Unido, está sendo exigido da escola até mesmo a volta da palmatória. Segundo dados de uma pesquisa do suplemento de educação do jornal The Times, que ouviu mais de 2 mil pais e mães ingleses, 49% acham que castigos dados por professores deveriam voltar para as escolas. A pesquisa foi lançada em um momento em que o secretário de Educação, Michael Gove, quer dar mais poder aos professores para repreender os alunos. Muitos professores não concordam. Desde 1984 a legislação inglesa veta castigos físicos nas escolas.
O pediatra Lauro Monteiro, editor do site Observatório da Infância, risca de sua lista qualquer tipo de agressão, seja um tapinha, seja uma surra. Para ele, as crianças devem ter limites bem estabelecidos, com firmeza, pelos pais. “Bater em uma criança é sempre um ato de covardia, abuso do mais forte contra o mais fraco”, ressalta ele, que esteve 35 anos à frente do Serviço de Pediatria do Hospital Municipal Souza Aguiar, do Rio de Janeiro, 18 anos na Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia) e 40 anos em consultório.
No Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas de São Paulo, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), a equipe de médicos, enfermeiros, assistentes sociais e psicólogos é treinada para diferenciar uma violência de um acidente, e os maus-tratos são comunicados ao Conselho Tutelar ou à Vara da Infância. No primeiro semestre de 2010, o Instituto registrou 60 casos de maus-tratos infantis, 36% a mais que o ano anterior. De acordo com o pediatra da casa, Antônio Carlos Alves Cardoso, 75% das agressões acontecem com crianças menores de 2 anos. Em 60% dos casos a agressora é a mãe. De acordo com a tese de doutorado de Cardoso sobre o assunto, mais de 90% das que sofrem agressão terão sequelas físicas ou psicológicas. Mas bater é uma das formas de maus-tratos à criança. Existem outras tão ou mais graves como as agressões psicológicas, abuso sexual, síndrome do bebê sacudido e negligência. Essa, segundo Cardoso, responde por 60% das ocorrências, enquanto agressão física está em 25% dos registros.
A prefeitura de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, foi a primeira a obrigar redes pública e privada de atendimento médico a notificar casos de suspeita de agressão. Antes da implantação do Sistema Integrado de Saúde, os pais levavam os filhos com hematomas a locais diferentes de atendimento para não levantar suspeita. Agora, com a rede de dados, checa-se o histórico. Após a criação do serviço, em quatro meses o número de notificações chegou a 51, enquanto em todo o ano anterior foram 26.
Rumo ao bullying
Mas a grande pergunta de muitos pais é: dá para educar sem bater? Para o administrador de empresas Ricardo Vieira Simplício, 38 anos, pai de um casal, Giulia, 13, e João, 3, sim, pois ele defende que “educar é pegar na mão” e dialogar. Já bateu uma vez nos dois, apanhou quando pequeno, mas acredita que na conversa e sob estado emocional equilibrado dos pais é que eles aprendem de fato. “Abre um horizonte incrível de possibilidades”, diz Simplício.
Na cidade de São Carlos, interior de São Paulo, Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams, coordenadora do Laboratório de Análise e Prevenção da Violência, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), estuda o assunto e diz que ao contrário do que muitos adultos pensam, o castigo corporal não torna as crianças obedientes a curto prazo, não promove a cooperação a longo prazo ou a internalização de valores morais, nem reduz a agressão ou o comportamento antissocial. O uso frequente desse método ensina para a criança que os conflitos e diferenças podem ser resolvidos com o uso da força e alimentam o ciclo de violência em nossa sociedade. Segundo ela, pesquisas indicam que os alunos que são autores de bullying na escola, em sua maioria, vêm de lares onde há utilização de violência física como forma de disciplina. “Geralmente a família é descrita como hostil e permissiva, tem poucas habilidades de resolução de conflitos e ensina suas crianças a revidarem à mínima provocação”, conta. Em um estudo recente realizado por ela e pela psicóloga Fernanda Pinheiro com 239 alunos de três escolas públicas da cidade, com idades entre 11 e 15 anos, 49% admitiram envolvimento com bullying nos três meses anteriores à pesquisa, sendo que 26% disseram-se vítimas, 21% alvos e autores, e 3% apenas autores. De todos eles, somente 15% afirmaram não ter sofrido qualquer violência dos pais.
Muitas vezes, a violência física ou psicológica acaba acontecendo num rompante, e não por metodologia. Nesses momentos os pais podem sentar com seus filhos e serem sinceros com eles, explicando que perderam o controle e que se arrependem. Esse tipo de atitude, que é um ótimo exemplo de humildade e de respeito com o outro, é estimulada pela rede Não Bata, Eduque, criada para provocar o debate no Brasil. Duas das instituições integrantes dela são a Fundação Xuxa Meneghel e a Save the Children, da Suécia. Suas representantes, respectivamente Xuxa Meneghel e a rainha Silvia, participaram no meio deste ano de um evento na Câmara dos Deputados sobre a Lei da Palmada, e prometeram se manter atentas ao rumo que a discussão irá tomar. A Suécia tem experiência: foi o primeiro país a banir castigos físicos, em 1979. Hoje outras 28 nações – como Dinamarca, Espanha, Alemanha, Portugal, Uruguai e Venezuela – aprovaram medidas banindo a prática. “Uma das coisas mais importantes para evitar ou diminuir os conflitos dentro de casa é conhecer as fases do desenvolvimento de uma criança, bem como suas características, limitações e os cuidados necessários em cada uma delas. Sem conhecer esses limites dados pelo desenvolvimento, os pais tendem a se irritar com o que a criança faz ou não consegue fazer”, diz Ana Paula Rodrigues, coordenadora do Programa de Atendimento Integrado da Fundação Xuxa Meneghel.
Ser pai exige treino contínuo. Mudamos de ideia, aprendemos e reaprendemos o tempo todo. O mundo está assim: por trás desses movimentos em que as pessoas se tornam mais conscientes de seus atos há uma palavra mágica – respeito. Crianças merecem respeito, amor e afeto, e também têm o direito de crescer com limites. A terapeuta Luciana Caetano apresenta em seu livro um capítulo chamado “Amor”, em que ela elenca desejos de “boas escolhas” aos pais. A primeira delas termina bem esta reportagem: “Que você escolha educar o seu filho todo dia, em vez de uma vez por todas.”
• Mesmo obedecendo, a criança que apanha não aprende, apenas deixa de fazer certas coisas por medo de apanhar.
• O castigo físico ensina que “é batendo que comunicamos coisas importantes”. Quando têm medo de ser castigadas, as crianças não se arriscam a tentar coisas novas. Assim, não desenvolvem sua criatividade, sua inteligência e seus sentidos.
• Apanhar pode gerar na criança o sentimento de que ela é muito má e desobediente e, por isso, merece esse tipo de tratamento.
• A maioria dos autores ou vítimas de bullying vêm de lares onde há utilização de violência física como forma de disciplina.
• Até um adulto, quando apanha, sente-se humilhado. Ninguém tem motivação para agradar a pessoa que maltrata. O sentimento é de ressentimento, medo ou desejo de revidar.
• 38% de crianças e jovens que fogem de casa apontam como causa a tentativa de escapar dos problemas de convivência no lar.
• Os maus-tratos prejudicam o desenvolvimento porque reduzem o funcionamento intelectual – afetando a memória, a leitura e as habilidades intelectuais em geral, o que traz problemas escolares; levam a condutas inadequadas, antissociais e repetição de modelos agressivos; geram ansiedade, depressão, distúrbios no sono, enurese noturna e distúrbios de alimentação.
Fonte: Rede Não Bata, Eduque e Laboratório de Análise e Prevenção da Violência da UFSCar.
Ataques de birra: Tentar controlar um escândalo é como tentar dominar uma tempestade. Não é possível e é uma forma de a criança dizer que está frustrada. Para evitar os ataques, prefira sair com seu filho quando ele estiver descansado e alimentado e leve um brinquedo para distraí-lo. Deixe-o ajudar nas compras e converse sobre o que está comprando – peça para ele falar o que acha de um determinado produto.
Desobediência: Há um período em que “não” torna-se a palavra preferida da criança. Mas ela experimenta os limites (seus e dela). Por isso, é importante a criança saber por que você considera o que ela acabou de fazer como errado e como poderia ter feito diferente. Uma alternativa é oferecer outra atividade, desviando a atenção da criança para algo mais interessante. Mas se a opção for o castigo, ela deve saber o que fez. Lembre-se: para quem tem de 3 a 7 anos, o castigo deve durar um minuto para cada ano de idade. No caso de uma criança em idade escolar, ela pode ficar um dia inteiro sem um brinquedo, por exemplo. Deixar o filho sem TV ou videogame não funciona com menores de 3 anos porque eles não associam o erro ao castigo. Na hora do mau comportamento, critique o comportamento e não a criança. Diga: “É feio fazer isso que você fez”, e não “que menina mais feia. Não faça mais isso”.
Brigas: Pontapés, tapas e socos podem virar uma alternativa para a criança quando ela não consegue se comunicar bem. Mesmo que bem pequena, verbalize que você está percebendo que ela está brava e que tem o direito de sentir-se assim (é muito importante para a criança, e os adultos também, que validemos seus sentimentos). Faça-o perceber que não é a raiva dele que você desaprova e sim a maneira como ele a demonstra.
Medos e mudanças de comportamento: Os pais precisam estar preparados para que uma criança de 6 anos, por exemplo, se arrependa de dormir na casa de um amigo e sinta saudade de casa. Muitas vezes, ela não tem os recursos internos para suportar uma decisão tomada. Também é comum que algumas crianças maiores voltem a se comportar como bebês, querendo colo, comida na boca, etc. Antes de repreendê-las procure a causa.
Fonte: Fundação Xuxa Meneghel, Rede Não Bata, Eduque e dicas de especialistas ouvidos na reportagem








